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| Foto: Reprodução/TV Fronteira |
Uma grade no pier da cidade começou a receber cadeados com os nomes de pessoas apaixonadas, como uma forma de eternizar o amor entre elas. A ideia de um morador de Presidente Epitácio, que esteve na Itália, passou a simbolizar o amor de casais da cidade. Também inspirado em pontos da França e no Uruguai,
O jornalista Benedito Godoy Moroni foi o idealizador e o primeiro a confiar nesta proposta. “Eu não tinha notícia, até então, de alguém que fez isso no Brasil. O meu cadeado já está aqui. Isto é uma demonstração que o meu amor está em primeiro lugar”, diz.
A crença é sempre a mesma: o casal prende o cadeado a um lugar fixo e joga as chaves em um rio, com a intenção de que o amor dure o mesmo tempo que ele estiver preso: para sempre. Benedito e a esposa, a professora Shenka de Godoy Moroni, juraram amor eterno novamente com este símbolo.
“Passei pelo Godoy e senti meu coração disparar. Tive certeza que ele seria meu marido. Deu certo. Depois de alguns meses nos encontramos, namoramos e casamos”, afirma Shenka.
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| Foto: Reprodução/TV Fronteira |
A fonoaudióloga Adriane Phillip de Melo e o advogado Marlan de Melo formam outro casal que apostou no cadeado como forma de registrar este “encontro de almas”. Eles se conheceram durante o período escolar, ainda no jardim de infância, e começaram a namorar na adolescência.
Com 30 anos de união, eles já têm um filho. A rotina é encarada como se os três formada fossem uma só pessoa. “O Marlan e meu filho são, com certeza, as minhas prioridades”, diz Adriane.
De cadeado em cadeado, os apaixonados do Oeste Paulista demonstram que ninguém quer mergulhar no rio para encontrar as chaves. “O amor é lindo e a companhia é importante. A gente não pode viver só. Tem que viver junto e para sempre”, relata Shenka.
Fonte: Tv Fronteira / G1

